miércoles, 28 de mayo de 2008

Sabrina mi ángel custodio



Hoy no puedo escribir nada sólo pondré esta foto. Los que me conocen sabrán qué significa.

martes, 27 de mayo de 2008

LA INFANCIA SIN FIN de Fernando Pessoa

Fernando Pessoa: poeta portugués (1888-1935). Ser solitario y reservado. En vida publicó solo una obra:
Mensagem, que participó en un concurso literario sin fortuna. Sus obras más importantes son: El libro de desasosiego; Odas de Ricardo Reis; Poesías de Fernando Pessoa; Poesía de Álvaro de Campos.

El poeta es un creador que disfruta eternamente la infancia. De niño le fascinaba leer, escribir, aprender idiomas y crear otras vidas, actividades que continuó ejerciendo al convertirse en adulto, entonces concibió diversos poetas con un estilo personal a los que otorgó una biografía. Cada uno de estos individuos era caracterizado por un pensamiento y contingencias particulares; en esto consistieron los
heterónimos, una sumatoria de disímiles personalidades, un universo de fragmentos heterogéneos. Lo llamativo es que su apellido Pessoa significa Persona en portgués que coincidencia...
En ese mundo existen cinco personalidades definidas:
Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos, Bernardo Soares y el ortónimo Fernando Pessoa son seres independientes, con un pensamiento acabado y para quienes la infancia es uno de los principios activos del mundo.

"Recuerdo, sí, el que me parece haber sido mi primer heterónimo o, más bien, mi primer conocido inexistente –cierto Chevalier de Pas de mis seis años, a través del cual me escribía cartas a mí mismo".

En Pessoa opera la creencia de Wordsworth acerca de que el niño es el padre del hombre, de esta guisa,
Ricardo Reis escribe:

No hay tristezas / ni alegrías / en nuestra vida. / Sepamos así, / sabios incautos, / no vivirla, // pero recorrerla, / tranquilos, plácidos, / teniendo a los niños / por maestros nuestros, / y con los ojos llenos / de Naturaleza..

Pessoa conservó en su vida y manifestó en su obra diversas cualidades de la infancia: la capacidad de conmoverse y sorprenderse con el mundo.

.Sé muy bien que en la infancia de toda la gente hubo/un jardín,/particular o público, o del vecino. /Sé muy bien que jugar a lo que nosotros jugáramos era el dueño del jardín./Y que la tristeza es de hoy.

El poeta concluye el poema
Autopsicografía arrojando luz al imprescindible vínculo entre razón, emoción e inteligencia; la afectividad de Pessoa se amplifica y recorre un camino donde la sensibilidad hace crecer el entendimiento:

“Y así en los rieles/gira, dilatando la razón,/ese tren de cuerda/que se llama corazón”.

Este poema fue escrito por Pessoa bajo su heterónimo de
Alberto Caeiro

El guardador de rebaños

VIII - Num Meio-Dia de Fim de Primavera
Num meio-dia de fim de primavera
Tive um sonho como uma fotografia.
Vi Jesus Cristo descer à terra.
Veio pela encosta de um monte
Tornado outra vez menino,
A correr e a rolar-se pela erva
E a arrancar flores para as deitar fora
E a rir de modo a ouvir-se de longe.

Tinha fugido do céu.
Era nosso demais para fingir
De segunda pessoa da Trindade.
No céu era tudo falso, tudo em desacordo
Com flores e árvores e pedras.
No céu tinha que estar sempre sério
E de vez em quando de se tornar outra vez homem
E subir para a cruz, e estar sempre a morrer
Com uma coroa toda à roda de espinhos
E os pés espetados por um prego com cabeça,
E até com um trapo à roda da cintura
Como os pretos nas ilustrações.
Nem sequer o deixavam ter pai e mãe
Como as outras crianças.
O seu pai era duas pessoas
Um velho chamado José, que era carpinteiro,
E que não era pai dele;
E o outro pai era uma pomba estúpida,
A única pomba feia do mundo
Porque não era do mundo nem era pomba.
E a sua mãe não tinha amado antes de o ter.

Não era mulher: era uma mala
Em que ele tinha vindo do céu.
E queriam que ele, que só nascera da mãe,
E nunca tivera pai para amar com respeito,
Pregasse a bondade e a justiça!

Um dia que Deus estava a dormir
E o Espírito Santo andava a voar,
Ele foi à caixa dos milagres e roubou três.
Com o primeiro fez que ninguém soubesse que ele tinha fugido.
Com o segundo criou-se eternamente humano e menino.
Com o terceiro criou um Cristo eternamente na cruz
E deixou-o pregado na cruz que há no céu
E serve de modelo às outras.
Depois fugiu para o sol
E desceu pelo primeiro raio que apanhou.

Hoje vive na minha aldeia comigo.
É uma criança bonita de riso e natural.
Limpa o nariz ao braço direito,
Chapinha nas poças de água,
Colhe as flores e gosta delas e esquece-as.
Atira pedras aos burros,
Rouba a fruta dos pomares
E foge a chorar e a gritar dos cães.
E, porque sabe que elas não gostam
E que toda a gente acha graça,
Corre atrás das raparigas pelas estradas
Que vão em ranchos pela estradas
com as bilhas às cabeças
E levanta-lhes as saias.

A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as cousas.
Aponta-me todas as cousas que há nas flores.
Mostra-me como as pedras são engraçadas
Quando a gente as tem na mão
E olha devagar para elas.

Diz-me muito mal de Deus.
Diz que ele é um velho estúpido e doente,
Sempre a escarrar no chão
E a dizer indecências.
A Virgem Maria leva as tardes da eternidade a fazer meia.
E o Espírito Santo coça-se com o bico
E empoleira-se nas cadeiras e suja-as.
Tudo no céu é estúpido como a Igreja Católica.
Diz-me que Deus não percebe nada
Das coisas que criou —
"Se é que ele as criou, do que duvido" —
"Ele diz, por exemplo, que os seres cantam a sua glória,
Mas os seres não cantam nada.
Se cantassem seriam cantores.
Os seres existem e mais nada,
E por isso se chamam seres."
E depois, cansados de dizer mal de Deus,
O Menino Jesus adormece nos meus braços
e eu levo-o ao colo para casa.
.............................................................................
Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro.
Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava.
Ele é o humano que é natural,
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E por isso é que eu sei com toda a certeza
Que ele é o Menino Jesus verdadeiro.

E a criança tão humana que é divina
É esta minha quotidiana vida de poeta,
E é porque ele anda sempre comigo que eu sou poeta sempre,
E que o meu mínimo olhar
Me enche de sensação,
E o mais pequeno som, seja do que for,
Parece falar comigo.

A Criança Nova que habita onde vivo
Dá-me uma mão a mim
E a outra a tudo que existe
E assim vamos os três pelo caminho que houver,
Saltando e cantando e rindo
E gozando o nosso segredo comum
Que é o de saber por toda a parte
Que não há mistério no mundo
E que tudo vale a pena.

A Criança Eterna acompanha-me sempre.
A direção do meu olhar é o seu dedo apontando.
O meu ouvido atento alegremente a todos os sons
São as cócegas que ele me faz, brincando, nas orelhas.

Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo
Que nunca pensamos um no outro,
Mas vivemos juntos e dois
Com um acordo íntimo
Como a mão direita e a esquerda.

Ao anoitecer brincamos as cinco pedrinhas
No degrau da porta de casa,
Graves como convém a um deus e a um poeta,
E como se cada pedra
Fosse todo um universo
E fosse por isso um grande perigo para ela
Deixá-la cair no chão.

Depois eu conto-lhe histórias das cousas só dos homens
E ele sorri, porque tudo é incrível.
Ri dos reis e dos que não são reis,
E tem pena de ouvir falar das guerras,
E dos comércios, e dos navios
Que ficam fumo no ar dos altos-mares.
Porque ele sabe que tudo isso falta àquela verdade
Que uma flor tem ao florescer
E que anda com a luz do sol
A variar os montes e os vales,
E a fazer doer nos olhos os muros caiados.

Depois ele adormece e eu deito-o.
Levo-o ao colo para dentro de casa
E deito-o, despindo-o lentamente
E como seguindo um ritual muito limpo
E todo materno até ele estar nu.

Ele dorme dentro da minha alma
E às vezes acorda de noite
E brinca com os meus sonhos.
Vira uns de pernas para o ar,
Põe uns em cima dos outros
E bate as palmas sozinho
Sorrindo para o meu sono.
......................................................................
Quando eu morrer, filhinho,
Seja eu a criança, o mais pequeno.
Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro da tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia
Que tu sabes qual é.
.....................................................................
Esta é a história do meu Menino Jesus.
Por que razão que se perceba
Não há de ser ela mais verdadeira
Que tudo quanto os filósofos pensam
E tudo quanto as religiões ensinam?



lunes, 26 de mayo de 2008

Hiedra de los valles


Simple y grácil,
dinámica y antigua,
esa es tu estampa.
Con la levedad de tu aire
acaricias mi cara.
aldea verde y romántica,
me haces llegar a mi interior
con tu exterior de magia.
Dibujas en mi tus círculos,
tus cuadrados y tus planos,
en geometría dúctil y prolífera.
Recorro tu geografía,
y le dás vida a mi alma.
Sigo rondando tus calles
y en cada rincón hay un sueño,
sueño de antepasados empeñados
en que te mostraras airosa,
así estás, ansiosa, esperando un visitante
que quiera ver tu vidriera.
Lo abrazas y cobijas,
lo atrapas como la hiedra.
Te recorre resucitando
de su prisionera vida,
amarrada a la ciudad de asfalto,
y de aires agobiantes.
Lo atrapas y acaricias,
lo haces dichoso, lo sueltas,
luego vuelve ... a buscarte!.

Un hombre de suerte (fragmento)

" El escenario es un ámbito mágico donde se descubren dimensiones escondidas de la existencia: sueños, pesadillas, ilusiones, anhelos, recuerdos, deseos ocultos, esperanzas y temores... El enigma de la vida, que se escapa tantas veces a los argumentos de la razón, se muestra en el escenario con toda su grandeza. En ese gigantesco espejo tratamos de reconocernos, y, al actuar, sentimos que existimos. Lo mismo hace cada ser desde que nace hasta que muere: repetir concienzudamente su papel durante toda su vida. Apariencia y simulacro. Si alguna vez llegamos a comunicarnos con los demás es sólo por azar. La máscara es la existencia posible. Sin ella los tigres del pasado que esconden nuestra conciencia nos comerían por dentro. Sólo si nos alejamos de nosotros mismos podemos ver, y burlarnos, de cómo representamos ante el mundo nuestro absurdo y tonto papel. Algunos incidentes aparentemente triviales marcan nuestro destino, nos guste o no, y después dedicamos el resto de nuestra vida a defendernos como víctimas, haciendo el papel de culpables, ante el gran jurado del mundo. La única forma de sobrevivir sin caer en la locura es reírnos de nosotros mismos. "
José Luis Alonso de Santos

Los miserables y arrogantes habitantes del submundo nocturno



He recorrido varias ciudades, en distintas épocas y tengo la certeza que existen miserables y arrogantes en todas ellas. Míseros de todas las miserias, faltos de todo el bagaje ético.
Personajes corvos y escondedores, de miradas turbias, sin brillo. Que hacen de su vida y la de los que los rodean un infierno. En el lugar que ahora resido, suelo ir a tomar algo todos los sábados, en mi camino termino en una heladería que al principio me pareció acogedora pero con el trascurso de los sábados, me fui dando cuenta de la forma ruin que eran tratados los empleados. No se puede trabajar en un lugar en donde revisan la caja, cada vez que cobras. A cada paso que da el empleado está la mirada ruinosa del patrón siempre desconfiando de lo que hace. Eso en presencia de los clientes, llega a los mismos causando un malestar que en mí hizo que cada día me interiorizara más en lo que iba a ocurrir, dándome la necesidad de escribirlo.
Me pongo en la piel de los empleados, entre los cuales también hay de distintas calañas pues está el que es el motivo de las miradas y persecuciones, y el otro el que palmea al patrón, cada vez que entra le cuenta todos los pormenores, haciendo quedar a sus compañeros como simples esclavos. No se dá cuenta que a la larga él o ella terminará siendo también carne de cañón, es decir siendo despedido por ese a quien chupó las medias tanto tiempo.
En fin señores de la heladería La Jijonenca de Ponferrada tengan a bien cambiar la óptica de su negocio, pues el cliente se dá cuenta de todos estos pormenores de los sábados por la noche, cada vez hay menos clientela y creo que es por eso, el mal clima reinante en el lugar se nota, se palpa con las manos y con sólo mirar detrás del mostrador.

domingo, 18 de mayo de 2008

Los nuevos habitantes


Espérame que voy contigo!, dijo Cámulo, estoy preparado. Y así comenzó el largo viaje de Cámulo y Foibos.
Era en los años 900 a.C., no había caminos trazados en la región, cuando llegaron a unas montañas que les parecieron enormes en comparación con la llanura de su tierra. Acababan de dejar la llanura mesetaria, llegando exhaustos a la Gallaecia verde de la que tanto habían escuchado hablar. Caminaron muchísimos kilómetros en medio de valles, montes y peñascos. Todo por encontrar un lugar más hospitalario.
Y lo encontraron en lo que hoy es el val do Rao en los Ancares de Lugo, caminaron unos kilómetros después de atravesar el río, encontraron varias peñas, y allí en medio de un valle hermosísimo lleno de robles y avellanos dijeron "hasta aquí llegamos". Comenzaron a construir algo así como una vivienda, con piedras y cubierta de ramas que era el único material disponible en los alrededores.
Cazaban ciervos para comer, pescaban truchas en el río que pasaba por debajo de ese enclave tan bello. Y luego de tener una pequeña organización en cuanto a la vida diaria, un día se miraron y pensaron al unísono es la hora de traer a la familia, pero como? Foibos dijo, animado por el deseo de que su mujer viera ese paraíso, voy yo!
Así emprendió el camino de regreso al lugar de donde casi habían sido obligados a salir. Volvió para atrás su mirada cuando había caminado unos metros y dió una rápida revisión al lugar como tratando de afirmarse en si "era lo correcto", ir por la familia. Y con una sonrisa esbozada, dió media vuelta y prosiguió su camino. Tardó casi el doble de tiempo que habían usado en su viaje anterior. Las vicisitudes del camino fueron varias, pero al final allí estaba su antigua casa,y sus hijos correteando alrededor. Y cuando lo vió llegar, su esposa, casi no lo reconoció por el aspecto de cansancio que tenía. Esperó a contarle lo ocurrido solo luego de comer un frugal almuerzo, y así comenzó su historia. "Vamos al paraíso, prepara las cosas que emprenderemos viaje dentro de unos días, cuando haya descansado y me sienta con ganas de llevarlos al lugar que será nuestro hogar definitivo".
Luego de varios días, de preparativos, la sumisa Bodua casi ni preguntaba donde era ese lugar, ni como sería su vida allí. Estaba tan cansada de luchar con los vecinos, que si era un lugar solitario mejor. A todo esto la familia de Cámulo también preparaba sus cosas pero casi sin entender.
Emprendieron el viaje, más escabroso que el anterior pues en total eran diez personas entre las esposas, Foibos, sus cuatro hijos y los tres de Cámulo. Y las dificultades del camino se hicieron más evidentes, pero luego de tres meses llegaron al lugar más hermoso que habían visto jamás.
Allí ya Cámulo había comenzado lo que iba a ser su casa, redonda de piedra y paja similar a la primera construcción, pero a esta ya le había dado unas medidas más amplias calculando la ubicación de los animales en su interior. Además deberían guardar el grano y la paja para los mismos, en ella.
Así comenzaron los nuevos habitantes, los pioneros de la zona, del Valle de Rao, al lugar le pusieron Coro en honor de la divinidad celta del mismo nombre. Así comenzó la historia de este pueblo y sus alrededores, con habitantes rudos, valientes y curiosos. Hicieron de la aldea un lugar organizado, parecido a una cooperativa. El trueque era moneda, y el salvar al vecino era la ley. El devenir de la historia luego dió lugar a que estos hombres y mujeres,se transformaran en esclavos ante la aparición de señores que los hacían trabajar para ellos. Pero igualmente han forjado la historia de esta aldea. Aún hoy cuando se realiza alguna remodelación de la capilla o de alguna casa, se encuentran los restos óseos de alguno de ellos, se los vuelve a enterrar, en el mismo lugar, sin tocar nada, solo se hace un silencio pues ellos fueron los precursores, los que dieron origen a mi origen.

jueves, 15 de mayo de 2008

El día que recuerdas


El día de tu cumpleaños es el día que recuerdas con más acento tu pasado, tus deseos, tus frustaciones, tus alegrías y fracasos, los proyectos que nunca comenzaste, los que comenzaste y no terminaste, los que comenzaste, terminaste y al final fueron felices.. En fin ese día es el día del balance, de la reflexión de lo que has hecho y lo que no. En este día que es el mío, considero este balance positivo. He podido alcanzar la madurez que ya en este mundo es mucho, he podido saber del amor de mis padres que aún me lo siguen prodigando gracias a Dios, he conocido el sabor de ser madre, de criar a dos hermosos hijos. También conocí el sabor amargo de perder una hija a los dos años de haber nacido. Tuve en el camino de la formación de la familia varios traspies, pero salí adelante. Ahora que he empezado el camino de mi verdadero conocimiento, he podido acariciar la presencia del ser más dulce que he conocido y con él pienso seguir. De mis amigos, los verdaderos que me apoyaron siempre, los incondicionales, ni hablar. Ellos se cuentan con los dedos de una mano pero basta, pues valen por dos. En fin en este día en que recuerdo haber nacido, haber llegado a esta tierra, con mi equipaje vacío, ahora lo tengo lleno, lleno de todo lo anterior y queda un resto para lo que venga. En este día agradezco a Delia y a Jaime que me dieron el don de la vida.

martes, 13 de mayo de 2008

Martes 13


Dicen que el martes trece es de mala suerte. Veamos porqué. Según la Wikipedia, en las culturas de España, Grecia y los países de Latinoamerica, el martes 13 es considerado un día de mala suerte, tal como sucede con el viernes 13 en las culturas anglosajonas o con el viernes 17 en Italia. Por esta razón, las peliculas de la saga de Friday the 13th (viernes 13) fueron traducidas a algunos de los países de habla hispana como martes 13. Hay mucha gente con fobia a este día, que no viaja a ningún lado por superstición. La fobia a este día se llama Trezidavomartiofobia o Triscaidecafobia.

El martes, ni te cases ni te embarques.

Martes es una palabra que desciende del nombre del planeta Marte, que en la Edad Media lo llamaban "el pequeño maléfico" y que significa voluntad, energía, tensión y agresividad.

El número trece desde la antigüedad fue considerado como de mal augurio ya que en la Última Cena, trece eran los comensales; la Cábala enumera a 13 espíritus malignos; en el Apocalípsis, su capítulo 13 corresponde al anticristo y a la bestia.

También podemos hablar de un viernes que caiga en el día 13 de cualquier mes se considera un día de mala suerte en las culturas anglosajonas. Existen supersticiones similares en otras tradiciones; particularmente en Grecia, España y Latinoamérica, el martes 13 tiene el mismo papel, al igual que el viernes 17 en Italia. El miedo a los vierne13 se llama collafobia o friggaatriscaidecafobia, siendo una forma espeluzanante de triscaidecaifobia, o fobia al número 13.

Remontándonos a datos históricos que puedan dar explicación a esta superstición, podemos remontarnos a un Viernes 13 de octubre de 1307: en este día la orden de los Caballeros Templarios fue entregada a la Santa Inquisición, arrestándoles simultáneamente esa misma noche. Condenados a la hoguera, muchos de los caballeros lanzaron diversas maldiciones antes de ser ejecutados. Desde entonces el viernes 13 se considera fecha de mala suerte.

Bueno historias aparte, ya va llegando el final del día martes 13 y cada uno habrá tenido suerte o no, lo importante es seguir viviendo.

lunes, 12 de mayo de 2008


TARTA DE SANTIAGO

(Tarta de almendras Compostelana.)

INGREDIENTES :

1/1Kg. de almendras molidas

1/2kg. de azúcar

7 huevos

100gr. de mantequilla

150 gr. de harina

1 cucharilla de canela

1 copa de jerez dulce

50gr. de azúcar glacé

En primer lugar preparamos una masa con un huevo, la mantequilla, la harina y si fuera necesario un poquito de agua (yo nunca la pongo). La estiramos muy fina y forramos un molde redondo que previamente hemos untado con mantequilla.

En un bol mezclamos las almendras molidas con el azúcar y la canela, añadimos el jerez y los huevos (6), uno a uno... mezclamos bien.

Vertemos esta pasta sobre la masa y metemos el molde en el horno a temperatura media (175ºC aprox) hasta que esté hecho (una hora aproximadamente, en mi horno son 50 minutos) Como siempre el truco es pinchar con una aguja y que esta salga limpia.

Retiramos y una vez fría colocamos en el centro una plantilla con la cruz de
Santiago o una concha de vieira y espolvoreamos con azúcar glacé

domingo, 11 de mayo de 2008

Hoy es lunes pero mi mente está un poco cerrada, debe ser por la primavera!! Bueno igual aprovecho a poner este enlace de una página maravillosa que me gustaría que vieran. www.aldeadecoro.com

lunes, 5 de mayo de 2008


FAST FOOD

Quién dijo que los EEUU eran los inventores de la comida rápida?

La memoria se pierde en la noche de los tiempos y no hay fiesta, sarao gallego ni romería que se precie en la que no esté presente el "octopus vulgaris", en gallego Polbo ( se escribe con b, no sean mal pensados).

Incluso en muchos lugares y villas, tiene fiesta con nombre propio, dedicada a la exaltación de tan galaico manjar, rey indiscutible de la "fast food" gallega.

En estos días, el pulpo es honrado como se merece en las fiestas de San Froilán en Lugo y tenemos foto en todas las portadas de la prensa diaria de nuestro “flamante” presidente de gobierno degustando el “octopus” y no precisamente el del “ garden” de los Beatles y luciendo la mejor de sus sonrisas ( No es para menos, si ese pulpo va regado con un buen albariño, un mencía , un amandi o un ribeira sacra).

Como ya he dicho desde las fiestas de San Froilán hasta la "Festa do Polbo" en Bueu, pasando por Valladares (Vigo) o Carballiño (Ourense), el pulpo es el rey indiscutible y para el éxito del plato ha de ser preparado de una manera especial.

Todo un ceremonial que exige por ejemplo su preparación en caldero de cobre y un congelado previo o "mazarlo" a golpes contra una piedra de granito ( gallego por supuesto) para acabar con su inicial dureza.

El pulpo ha de ser de buena calidad, dicen que el del banco sahariano no tiene comparación, la preparación, esmerada aunque rápida y no debe perder la piel en manos de la "pulpeira", esto no sólo es buena señal, es que debería ser imprescindible.

Se sazona con sal gorda, aceite y pimentón ( picante preferiblemente) y debe presentarse en plato de madera.

El summun es que las "pulpeiras" (cocineras) sean de Carballiño. Se dice que es el lugar donde mejor se prepara , aunque yo lo he probado buenísimo en otros muchos sitios.

Ahhhh y si además del vino, va acompañado por uno de esos panes que tan bien hacen por la zona de Ourense, entonces… placer de dioses.

Si las condiciones son favorables y el ritual se cumple, saldremos con cara de fiesta de las casetas de la feria... para que luego vayan presumiendo en Norteamérica de "fast food".


CHULAS DE CARNAVAL

INGREDIENTES:

* 1 KG. De CALABAZA

* 300 gr. HARINA

* 6 HUEVOS

* RALLADURA de LIMÓN

* 200 gr. de AZÚCAR

* 1 copita de ANÍS

* Si se desea se le puede poner una pizca de CANELA y algunas UVAS PASAS sin semilla

PREPARACIÓN:

Se pela la calabaza y se cuece con un poco de agua hasta que esté blanda ( 15' aprox.). Se escurre y se deshace con un tenedor... vamos añadiendo la harina poco a poco.

Batimos los huevos con el azúcar, la ralladura de limón y la copita de anís. Los agregamos a la mezcla anterior y hacemos una masa.

Si queremos podemos aromatizar con un poco de canela y añadirle uvas pasas (se aprecian en la foto).

Ponemos una sartén con abundante aceite y cuando esté caliente echamos una cucharada sopera de la masa y vamos friendo las "chulas". Retiramos y ponemos sobre papel de cocina absorbente para quitar el exceso de aceite.

domingo, 4 de mayo de 2008

Destino


Mi destino, ha sido marcado por tantas cosas,que ya ni recuerdo como empezó.
Desde mi niñez he conocido gente que fue guiando mi sino hasta lo que hoy es.
A algunas personas he de agradecer, a otras mejor olvidar...pero igualmente ellas han hecho que toda mi persona, se haya revelado en algún momento, o haya girado mi vida 180º.
En este balance que hago público realmente si miro hacia atrás ha sido muy enriquecedor, y si miro hacia adelante, bueno, no sé que pasará, pero creo que a todos nos debe pasar lo mismo, el adelante es un abismo no sabemos como será ni cuando terminará...dándole a ese abismo cierta poesía e intriga bella.
Mi destino es mi camino, es mi forja, es mi ser, en él plasmo todo mi sentimiento, todas mis sensaciones, todos mis desencantos y fracasos. En él está la verdadera esencia de mi alma, en él estoy..